e as gazelas correm velozes
patrícia, portugal
patriciaisabelricardo@gmail.com
restos
Não há tropeço maior que este
Perante um prédio amarelo
E uma bagagem
Passa a fanfarra
Perde-se tempo
E os dedos que às tantas contei por erro
São chávenas à ponta da mesa
Em travão
É uma luta
É um lugar
- vai ali um bando de estorninhos.
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